terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Petrolina a Juazeiro do Norte
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Petrolina (PE)
Ja estou na Beira Mar do lado de Petrolina... lá na outra margem ficou Juazeiro
Petrolina é uma cidade de porte bom, aprox, 300.000 Hab. Começando a ter edifícios...
O trânsito ainda é mais ou menos fluente
Fiquei neste hotel. Recomendo.
Estou com meu amigo Luiz, em frente ao famoso restaurante Maria do Peixe. Uma peixada que nem te conto de tão boa.
A baixinha, da esquerda é a Dona Maria... a de preto, Sueli, filha da dona Maria e os jovens os netos. O "mocinho" lindo de camisa roxa sou eu... disfarçado de velho... kkkkkk Repare o que tem de recomendação da 4 Rodas na parede... Gente boa... gente boa...
Tive de fotografar. Este é o banheiro do Restaurante Maria do Peixe... Dá para ficar ***ando e conversando com o colega....kkkkkk Eita que esse Nordeste me apronta cada uma... risos
Em Petrolina tem o Bodódromo. Um monte de Restaurantes reunidos num só lugar. Especialidade: Carne de Bóde... do jeito que vc quiser... Me diverti... muito
Pensa que é mentira?
Mas em Petrolina também tem uma produção de frutas para exportação e vinhedos de renome internacional. É de lá o vinho Paralelo 8, o único vinho brasileiro constante na revista Wine Spectator, considerada a biblia do vinho. Claro que comprei uma porção de garrafas. Na foto eu com a Portuguesa da Vinícola ViniBrasil, produtora da bebida.
Nada a ver só com Petrolina. Mas o meu amigo Luiz me levou nessa oficina de reparos de parabrisas... e o que custaria R$900,00, acabou sendo consertado por R$47,00 (era 60,00, mas depois de uma brigaçada consegui um desconto),
Incrível. Não ficou nem sinal no vidro, como se poderá ver nas fotos da continuação da viagem.
Hora de seguir viagem. Agora em direção a Juazeiro do Norte, (CE) a terra do Padre Cícero. Aliás eu já ia errando a estrada. Os GPS se encarregaram de me dizer que a cidade era na direção oposta de onde eu estava indo.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Canudos
Visitei a pé, sozinho, esses locais. A energia que emana é desconfortável, não há como não se transportar na história nem como não sentir uma "energia diferente" que não sei explicar. Por emoção, não consegui fotografar o Morro da Degola (não preciso comentar o porquê do nome) onde um destacamento inteiro de soldados foi dizimado... e nem o Vale da Morte, onde os corpos das centenas de seguidores de Conselheiro ainda jazem, dizem que a dois metros de profundidade, na terra. Este local faz a gente chorar. Do nada. Eita!
Os marcos se sucedem pelo terreno inteiro... tudo desértico...
O lugar chamado Alto da Favela, onde há um cruzeiro, e marcos históricos das batalhas
Esta mesma vista está retratada por desenho de Euclides da Cunha em "Os Sertões". Incrível como retratou "fotograficamente", a caneta, o local.
No local há a reprodução do "plano de batalha" do exército na "ofensiva final".
Fiz alguns amigos no Panteão da Prefeitura, (que estava fechado para reformas e com o acervo encaixotado), e no Museu, administrado por uma ONG, onde valeria a pena ver o "Cruzeiro" da época, crivado de balas que está guardado na capela, mas a zeladora da capela havia ido visitar a mãe no sítio e levado a chave... nem protestei...
A HISTÓRIA QUE ME CONTARAM
Antonio Conselheiro comprou e pagou as madeiras para a construção de uma igreja em Canudos. A madeireira, localizada a 150 km em Juazeiro (BA) demorava para entrega-las alegando falta de transporte. Conselheiro resolveu entao ir busca-las a pé. Reuniu 15000 pessoas e, em romaria, trouxeram a madeira na mão. A repercussão que chegou aos ouvidos militares da época foi que se tratava de uma revolução. Foi destacada uma companhia para "abafar" a revolta, que foi derrotada... e outra... e mais outra... até que o poderio militar se fez presente... Isso os descendentes das pessoas que conseguiram sobreviver me contaram na mesa de um bar, olhando nos meus olhos... Então, como dizem por lá: faltou mesmo só uma conversa... não havia insurreição alguma.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
O primeiro contato com a Caatinga - E Caldas do Jorro
Logo que você deixa a Chapada Diamantina, em direção à Feira de Santana, já sente, pela vegetação e pelo calor escaldante, que está entrando no Nordeste do País. A vegetação marginal começa a mudar.
CALDAS DO JORRO
Vi a placa às margens da BR 116, no caminho para Canudos; achei curioso e resolvi entrar na cidade.
No dia seguinte, quando prossegui a viagem, ainda havia gente na fonte. Acho que não desocupam nunca. Imagino como é o final de semana aqui. Fui para a Pousada principal da cidade. Lá tem uma ligação direta com a fonte e a água dos banheiros e da piscina são abastecidas da fonte mineral.
A pousada é bem confortável levando-se em conta o tamanho da cidadezinha.
Ah! O preço é o melhor. 75,00 a pensão completa. Paguei 50,00 porque não fiz refeição e era meio de semana.